Lo confieso: me siento como Jack Kerouac y Allen Ginsberg (los dos juntos, eh) corrigiendo y editando los desordenados borradores del "Almuerzo desnudo" de Burroughs. ¿Qué dice este tipo? dirán ustedes. Déjenme que les explique. Hoy por la tarde me llama por teléfono Gonzalo Caballero y me explica algo muy raro sobre unos párrafos ocultos en el capítulo dos de su novela, que nosotros lo dimos como prefacio, pero en realidad es el dos, con lo que el dos que dimos nosotros en realidad es el tres. Me perdí. ¿Vieron?, les dije que era dificil lidiar con escritores... Bueno, pasen y vean estos párrafos perdidos que -según Gonzalo- explican muy bien el por qué de su escatológico capítulo {"Oriente y Occidente"}, ese que tanto asquito nos ha dado a todos.
Podemos dar fe de que el texto que están a punto de leer no fue escrito por Caballero a modo de excusa o provocación después de leer como todos se retorcían de asco en el foro de su anterior publicación aquí, en esta misma web. No señores, el texto que nos trajo para subir estaba pálido en tinta y amarillo de hoja vieja. es decir: era viejo, muy viejo. Este tipo realmente nos sorprende día a día... lean:
Dos dedos es poco para escribir un libro, se ven muy pequeños para tantas teclas. Un impulso hará que lo ordene, que lo imprima. Un milagro venderlo.
Podría pasar que lo termine y no lo edite. No sería la primera vez, posibilidad está, un tanto arriesgada para mi salud mental, osada diría. Pero el laberinto en mi cabeza es tal, que de estar media hora acá dentro cualquiera saldría confundido. Es más, en realidad iba a decir otra cosa. (El enjambre es tal, que pronto olvido el pasado, me voy, algún camino me seduce, me llama, y se muestra igual de intenso que el anterior).
Eso quería decir; suena muy poético para ser pensamiento espontáneo; no soy yo, creo.
Salteo una página escrita, agarro el cuaderno en cualquier hoja limpia disponible y empiezo. Mi enemigo en todo momento me persigue, no puedo vencerlo, soy muy oriental como para hacerlo, digo oriental y quiero significar que combatir los problemas es un vicio occidental. De todos los caminos que puedo elegir dentro de este laberinto que habito, éste es el único posible, una sincera amistad con mi infierno. Lo más perseverante en mi vida ha sido la inconstancia, de eso estamos hablando.
La diferencia entre oriente y occidente en cuanto a encarar una dificultad, es que oriente dice algo así como que al no usar el cuchillo, éste pierde filo. Acá en occidente se debate uno a muerte con sus problemas, se amarga, paga por ellos, les brinda uno todo tipo de cuidados; a manera de conservarlos siempre en estado, siempre bien presentes; así, con el recuerdo a flor de piel, uno se martiriza tranquilo, desarrollando una capacidad tal para evocar el sufrimiento que pronto uno se vuelve un actor dramático de primera línea. Y esto queda sugerido en el ensayo publicado el 14 de Marzo del corriente, en la edición de "Sociedad y pensamiento", pag. 11, "Sobre Oriente y Occidente", un artículo cuestionado, quizá por el aspecto externo que le di. Ganador del más sincero repudio por parte de la "buena sociedad" de esta ciudad. Condición que busqué... ansiosamente.
Nepf4,Somente hoje parei verdadeiramente para rleefxf5es mais profundas. Se e9 que conseguirei fazer isto. Ente3o, para escrever aqui fui consultar minhas informae7f5es.Como era cf4modo ter nossos pais filtrando as notedcias para nf3s. Ne3o acredito que eles geravam apenas a zona de conforto e comodidade, mas de uma bruta protee7e3o. A mame3e Bambi protegendo seu filhinho do mundo perverso. Elas e eles escolinham selecionavam os desenhos, novelas e seriados. Jornais, apenas de cultura. Qdo chegamos na adolesceancia para a fase adulta os filtros comee7am a ser removidos e nf3s damos os primeiros passos para o auto-conhecimento. Um exercedcio duredssimo que temos hoje, que fazer diarimaneto e nunca sabemos se estamos trilhando o caminho correto.Acho que ningue9m conseguiria imaginar que a criae7e3o da Internet fosse trazer tanta informae7e3o e fosse crescer de uma forma te3o re1pida.Hoje temos milhf5es de blogs, milhf5es de links dentro de uma mate9ria, jornais e revistas online que nos leva a milhf5es de caminhos. Se3o informae7f5es dentro de informae7f5es. Uma maluquice? Talvez! E como administrar esta loucura? Filtrando! Mas, quem pode dizer a esta pessoa que o filtro que ela este1 adotando e9 correto? Bate ente3o a paura de ne3o estar lendo o que deveria ler.Foi nos dada esta liberdade de enxergar o que e9 certo ou errado para nosso auto-conhecimento e somente cada um de nf3s podere1 descobrir.Mas tbe9m digo que os filtros que este1vamos acostumados a ter ne3o morreram e sim foram modificados. Muitos ainda em nossa civilizae7e3o 2.0, este3o em 0.0 e 1.0 utilizando os antigos filtros. Nf3s que entramos e aceitamos este TSUNAMI de informae7f5es e estamos no 2.o que adotamos a morte ou modificae7e3o dos filtros.Fae7o a seguinte pergunta: estamos preparados para a web 3.0, uma vez que ne3o estamos sabendo filtrar na velocidade exigida?A web 3.0 je1 este1 batendo em nossas porta e pronta para entrar. E nf3s seres humanos ainda precisamos de um filtro robf4 para nos ajudar, vide o Google. Mas fico pensado: sere1 ne3o somos nf3s que filtramos o Google, em vez dele filtrar?Temos que amadurecer rapidamente, mas ainda he1 dependeancia como no AA. Uma dependeancia de seguir sozinho, de dar medo. A selee7e3o ou a pre9-selee7e3o que fazemos ainda cria dfavidas na mente.Apesar do livre arbedtrio, da autonomia como nossa querida Mf4nica disse, a internet nos impf4s o piloto autome1tico, nf3s deu uma velocidade infernal e nos rouba um tempo precioso, mas sem ela ne3o estaremos bem informados. O que ente3o fazer? Apliquemos ente3o o bom senso. E este bom sendo e9 o correto?Quem disse que o que estou selecionando para entrar em um jornal e9 realmente aquilo que os leitores querem ler. Como disse a Laura.Para simplificar, muita gente aperta a tecla F e segue a vida. Ente3o qual a tecla certa que devemos apertar a DEL ou a F?Bjs
Tábanos molestando
Nepf4,Somente hoje parei verdadeiramente para rleefxf5es mais profundas. Se e9 que conseguirei fazer isto. Ente3o, para escrever aqui fui consultar minhas informae7f5es.Como era cf4modo ter nossos pais filtrando as notedcias para nf3s. Ne3o acredito que eles geravam apenas a zona de conforto e comodidade, mas de uma bruta protee7e3o. A mame3e Bambi protegendo seu filhinho do mundo perverso. Elas e eles escolinham selecionavam os desenhos, novelas e seriados. Jornais, apenas de cultura. Qdo chegamos na adolesceancia para a fase adulta os filtros comee7am a ser removidos e nf3s damos os primeiros passos para o auto-conhecimento. Um exercedcio duredssimo que temos hoje, que fazer diarimaneto e nunca sabemos se estamos trilhando o caminho correto.Acho que ningue9m conseguiria imaginar que a criae7e3o da Internet fosse trazer tanta informae7e3o e fosse crescer de uma forma te3o re1pida.Hoje temos milhf5es de blogs, milhf5es de links dentro de uma mate9ria, jornais e revistas online que nos leva a milhf5es de caminhos. Se3o informae7f5es dentro de informae7f5es. Uma maluquice? Talvez! E como administrar esta loucura? Filtrando! Mas, quem pode dizer a esta pessoa que o filtro que ela este1 adotando e9 correto? Bate ente3o a paura de ne3o estar lendo o que deveria ler.Foi nos dada esta liberdade de enxergar o que e9 certo ou errado para nosso auto-conhecimento e somente cada um de nf3s podere1 descobrir.Mas tbe9m digo que os filtros que este1vamos acostumados a ter ne3o morreram e sim foram modificados. Muitos ainda em nossa civilizae7e3o 2.0, este3o em 0.0 e 1.0 utilizando os antigos filtros. Nf3s que entramos e aceitamos este TSUNAMI de informae7f5es e estamos no 2.o que adotamos a morte ou modificae7e3o dos filtros.Fae7o a seguinte pergunta: estamos preparados para a web 3.0, uma vez que ne3o estamos sabendo filtrar na velocidade exigida?A web 3.0 je1 este1 batendo em nossas porta e pronta para entrar. E nf3s seres humanos ainda precisamos de um filtro robf4 para nos ajudar, vide o Google. Mas fico pensado: sere1 ne3o somos nf3s que filtramos o Google, em vez dele filtrar?Temos que amadurecer rapidamente, mas ainda he1 dependeancia como no AA. Uma dependeancia de seguir sozinho, de dar medo. A selee7e3o ou a pre9-selee7e3o que fazemos ainda cria dfavidas na mente.Apesar do livre arbedtrio, da autonomia como nossa querida Mf4nica disse, a internet nos impf4s o piloto autome1tico, nf3s deu uma velocidade infernal e nos rouba um tempo precioso, mas sem ela ne3o estaremos bem informados. O que ente3o fazer? Apliquemos ente3o o bom senso. E este bom sendo e9 o correto?Quem disse que o que estou selecionando para entrar em um jornal e9 realmente aquilo que os leitores querem ler. Como disse a Laura.Para simplificar, muita gente aperta a tecla F e segue a vida. Ente3o qual a tecla certa que devemos apertar a DEL ou a F?Bjs